RELATÓRIO PÚBLICO: ABUSOS, AMEAÇAS E OMISSÃO DE AUTORIDADES NO PARQUE JOCKEY CLUBE ​Denunciante: Ginildete Manaia

RELATÓRIO PÚBLICO: ABUSOS, AMEAÇAS E OMISSÃO DE AUTORIDADES NO PARQUE JOCKEY CLUBE
​Denunciante: Ginildete Manaia
Formações: Assistente Social, Técnica em Reabilitação de Dependentes Químicos, Especialista em Intervenção ABA Aplicada ao Transtorno do Espectro Autista e Pós-graduada em Docência do Ensino Superior com Ludopedagogia.
​Venho a público expor a situação de extrema gravidade, risco de vida, coação e perseguição sistemática que venho sofrendo no Parque Jockey Clube, perpetrada por vizinhos, comerciantes locais e com a suposta conivência de órgãos de segurança.
​1. Agressões, Ameaças de Morte e Envolvimento com Facções
​Agressões e Perseguição Direta: O vizinho Josinaldo de Araújo Santos e seu filho já me agrediram fisicamente na porta da minha casa, fato registrado em vídeo e entregue às autoridades. Josinaldo continua as provocações diárias, acelerando motos e jogando carros em minha direção, além de tentar arrombar meu portão com apoio de terceiros.
​Ameaças Armadas e Facções: Junto com seu amigo Manoel da Silva Vilas Boas Reis, Josinaldo atentou contra a minha vida. A comerciante Tarcila Camponho (proprietária de material de construção), seu funcionário e seu marido, Afonso, mobilizaram um grupo de faccionados da região do Chafariz para me intimidar e ameaçar de morte, com declarações explícitas de violência e agressões verbais. Logo que cheguei à comunidade, fui intimidada por Afonso dizendo que cheguei "no sapatinho", enquanto sua esposa chamou uma gangue do Chafariz para me agredir, incluindo elementos faccionados.
​2. Histórico de Coação Comunitária e Conivência Institucional
​Obras Públicas Impedidas: A família de Afonso e Tarcila age como "dona do território", ameaçando moradores e impedindo a execução de serviços da prefeitura. Durante a pavimentação da rua e padronização dos passeios (incluindo a instalação de piso e faixa tátil), eles proibiram as melhorias e ameaçaram trabalhadores e lideranças comunitárias da época, contando com o apoio de ciganos da localidade. Afonso vangloria-se de mandar no local, afirmando que "mete a porra e não vai dar em nada".
​Conivência na 23ª Delegacia Territorial: O caso foi levado à delegacia, onde aponto a atuação de delegadas como Ajurimar Carvalho e Maria Madalena. Registro que houve adulteração de provas e elaboração de boletins de ocorrência forjados sem a minha versão dos fatos como vítima. Embora eu não saiba precisar quem era o delegado responsável na época dos fatos, destaco a atuação de longa data do investigador Gelinaldo, que declarou publicamente que Afonso é como "os segundos olhos dele aqui na comunidade". O agressor se vangloria frequentemente de ter a proteção dessa rede dentro da delegacia.
​Perseguição Judicial e Bloqueios: O agressor moveu diversos processos cíveis e criminais de má-fé. Em audiência recente, o acusado faltou. Enquanto isso, minhas contas foram bloqueadas injustamente em decorrência dessa movimentação processual abusiva, enquanto o Ministério Público e os órgãos de segurança seguem sem adotar as medidas protetivas e investigativas efetivas.
​Exigência de Justiça e Proteção
​Exijo providências urgentes das autoridades competentes de segurança pública e de justiça para garantir a minha integridade física, anular as retaliações, investigar a conduta dos agentes públicos citados e responsabilizar criminalmente todos os envolvidos nestas ameaças e abusos de poder no Parque Jockey Clube.

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