Vou contar minha história da violação de direitos pela 23ª Delegacia Territorial e pela PM que sofri aqui em Lauro de Freitas, onde disseram que não houve flagrante, mas o flagrante ali estava registrado. Ginildete Manaia
Vou contar minha história da violação de direitos pela 23ª Delegacia Territorial e pela PM que sofri aqui em Lauro de Freitas, onde disseram que não houve flagrante, mas o flagrante ali estava registrado. Ginildete Manaia Assistente Social, Técnica em Reabilitação de Dependentes Químicos, Especialista em Intervenção ABA aplicada ao Transtorno do Espectro Autista e Pós-graduada em Docência do Ensino Superior com Ludopedagogia. É uma mentira deslavada afirmar que não houve flagrante. A prova material estava no passeio da minha casa no dia 18/04/2025, quando fui agredida por Manoel da Silva Vilas Boas Reis e Nildes Andrade Cerqueira: os estilhaços da garrafa de vidro arremessada contra mim e o meu portão danificado. A agressora continuou a proferir insultos e ameaças na presença dos policiais militares, que se omitiram e se recusaram a dar voz de prisão, mandando-me apenas registrar uma ocorrência. Esse vídeo está publicado em minhas redes sociais e em posse de terceiros para resguardar...