Nota Pública: Sobre a Continuidade das Ameaças e Tentativas de Intimidação Por: Ginildete Manaia Data: 3 de julho de 2026
Nota Pública: Sobre a Continuidade das Ameaças e Tentativas de Intimidação
Por: Ginildete Manaia
Data: 3 de julho de 2026
Quero deixar registrado, publicamente, que as ameaças e as tentativas covardes de intimidação contra mim continuam. Hoje mesmo, passaram dos limites ao jogarem pedradas no meu portão. É o mesmo grupinho que fica ao lado do depósito de material de construção, soltando piadinhas e fazendo ameaças veladas. É o mesmo padrão de sempre: carros acelerando na minha porta e motos dando arrancadas em frente à minha casa para tentar me cercar pelo medo.
Eu só tenho um recado para deixar bem claro: eu não tenho medo de vagabundo ou vagabunda nenhuma que ache que vai me intimidar.
Você, vizinho agressor e descarado, que gosta de bater em mulher, que gosta de puxar arma, de puxar vidro e de caluniar os outros me chamando de "maluca", olhe bem para si mesmo. Não sou eu que ando usando substâncias ilícitas, cheirando ou enchendo a cara para jogar bebida nos outros. Não sou eu que fico me escorando em discursos de "eu tenho parente polícia", "meu filho é policial" ou "meu marido é major" para tentar colocar banca e oprimir a comunidade.
Você pode ser parente de quem for, até do satanás, mas se bater em mulher, se bater em criança ou se bater em idoso, vai cair do mesmo jeito.
Tenha peito para assumir as suas próprias ações. Não adianta tentar se apoiar em delegado, delegada, juiz ou promotor, porque o erro não se sustenta. Quando a verdade vier à tona, a máscara cai para todo mundo: para quem praticou a agressão e para quem acobertou.
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