NOTA PÚBLICA: MANIFESTO CONTRA A INJUSTIÇA E O SILENCIAMENTO.
NOTA PÚBLICA: MANIFESTO CONTRA A INJUSTIÇA E O SILENCIAMENTO
Por: Ginildete Manaia
Assistente Social, Técnica em Reabilitação e Especialista em Intervenção ABA
A verdade não pode ser silenciada por manobras processuais ou abusos de autoridade.
Venho a público manifestar minha indignação e resistência diante de uma série de arbitrariedades e fraudes processuais das quais estou sendo vítima. O que enfrento hoje é uma tentativa sórdida de inversão da realidade: agressores que, após atentarem contra a minha vida e a integridade da minha família, apresentam-se perante o Estado como "vítimas".
A Inversão dos Fatos e a Litigância de Má-Fé
Não bastassem as ameaças de morte e as tentativas de homicídio que sofri, os criminosos agora utilizam o Judiciário como ferramenta de perseguição (lawfare), movendo processos indenizatórios e imputando-me crimes inexistentes. É uma tentativa clara de extorsão e de destruição da minha imagem.
- As redes sociais são meu escudo: Minhas manifestações online são atos de legítima defesa e autoproteção. Quando o sistema falha em proteger o corpo da mulher, a voz pública se torna o único recurso contra o extermínio.
Falhas Institucionais e Coação
Denuncio também a conduta temerária ocorrida na 23ª Delegacia de Lauro de Freitas. Fui coagida e ameaçada por uma autoridade policial na presença da minha filha para omitir a participação de um segundo agressor. Tenho provas materiais dessas violações. Onde deveria haver acolhimento, encontrei silenciamento.
- Não aceitarei a "superproteção" de quem se vangloria de ter contatos internos para garantir a impunidade. A Justiça deve ser cega à influência pessoal, mas atenta às provas materiais.
O Esquema Premeditado
O rol de testemunhas apresentado pelos agressores é composto por cúmplices: pessoas que já atentaram contra mim e que causaram danos ao meu patrimônio. É um teatro armado para ocultar a verdade de que:
- Fui agredida fisicamente;
- Tive bens danificados;
- Sofri ataques de grupos organizados (gangues) a mando dos agressores;
- Vídeos foram editados e manipulados para sustentar uma farsa.
Conclusão
Não recuarei. Como mulher, mãe e profissional do Direito Social, não abaixarei a cabeça para quem violou meu corpo e agora tenta violar a minha honra. Exijo que o Poder Judiciário e os órgãos de controle da magistratura analisem este caso com o critério que a gravidade exige.
Justiça não é vingança, é reparação. E a verdade prevalecerá.
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