JUSTIÇA NÃO SE ARQUIVA: O MEU GRITO POR INTEGRIDADE Ginildete Manaia
JUSTIÇA NÃO SE ARQUIVA: O MEU GRITO POR INTEGRIDADE
Ginildete Manaia
Assistente Social | Técnica em Reabilitação de Dependentes Químicos | Especialista em Intervenção ABA | Pós-graduada em Docência do Ensino Superior com Ludopedagogia
Eu, Ginildete Manaia, venho a público manifestar minha profunda indignação. O arquivamento de um processo não apaga o crime, nem remove a mancha da injustiça. Quando criminosos atentam contra a minha vida e o Estado falha em me proteger, o silêncio não é uma opção.
Fui vítima de um atentado. Meus vizinhos, de forma covarde, arremessaram garrafas contra mim na presença da minha filha. Tenho vídeos e áudios que comprovam não apenas a agressão e a ameaça de morte, mas algo ainda mais grave: a improbidade administrativa, a prevaricação e indícios de corrupção passiva no âmbito da segurança pública.
A própria delegada e a escrivã têm a posse das provas. No entanto, o que enfrento hoje é uma inversão de valores:
- Fui agredida, mas tentam me silenciar com o arquivamento.
- Fui vítima de atentado, mas os agressores usam advogados para me atacar com litigância de má-fé, acumulando processos contra mim para destruir minha reputação pessoal e profissional.
O Ministério Público precisa entender: arquivar o que é legítimo enquanto permite que processos caluniosos avancem é compactuar com o crime. Eu não aceito apenas o arquivamento; eu exijo a extinção imediata desses processos que os criminosos imputaram contra mim. Minha vida e minha carreira como Assistente Social e educadora foram prejudicadas, e eu não vou retroceder.
A justiça que prevarica é uma justiça que fere. Continuarei firme exigindo que o poder público cumpra o seu papel com ética e verdade.
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