DENÚNCIA PÚBLICA: TENTATIVA DE EXTORSÃO E OMISSÃO DO ESTADO
DENÚNCIA PÚBLICA: TENTATIVA DE EXTORSÃO E OMISSÃO DO ESTADO
Ginildete Manaia
Assistente Social, Especialista em ABA (TEA) e Docência do Ensino Superior
Venho a público manifestar minha profunda indignação e denunciar uma série de crimes que venho sofrendo, culminando agora em uma tentativa de extorsão. Recentemente, fui covardemente agredida na porta da minha casa por vizinhos — um pai e um filho — em um ato de violência que se assemelha ao crime organizado.
Fui puxada, agredida fisicamente e tive minha propriedade depredada: danificaram meu telhado, meu portão e até o hidrômetro da minha residência. Não parou por aí. Passo por provocações constantes, com o bloqueio da saída do meu carro e atentados contra a minha vida, incluindo garrafadas, ameaças com arma de fogo e "fechadas" perigosas no trânsito, tentando me jogar contra outros veículos enquanto eu estava na presença dos meus filhos.
O Estado, que deveria exercer seu papel de proteção e dever, falhou comigo. Ao procurar a delegacia para registrar a ocorrência, deparei-me com uma situação alarmante: os agressores afirmam ter "conhecidos" nas instituições. O proprietário de um depósito de material de construção cedeu imagens da agressão, mas o vídeo entregue possui cortes estratégicos. Mesmo eu tendo solicitado, desde o dia 05/04, que constasse no Boletim de Ocorrência a agressão cometida por ambos (pai e filho), houve omissão no registro.
Como o sistema judiciário e de segurança não me protegeu contra esse abuso e assédio, decidi expor a situação nas redes sociais. Em retaliação, esses indivíduos agora tentam me extorquir o valor de R$ 50.000,00, além de outras punições, imputando crimes falsos contra mim para prejudicar minha vida pessoal, minha família e minha carreira como Assistente Social e educadora.
Deixo claro: eu jamais vou me retratar para criminosos. Fui assediada, fui agredida sozinha na porta da minha casa e continuo recebendo ameaças de morte por ligações e ataques diretos, com pedrejamento e arrombamento do meu portão.
Não vou me calar. Não aceitarei arbitrariedades nem abusos de quem se julga acima da lei por supostas influências no Poder Judiciário, na Segurança Pública ou envolvimento com facções. A justiça precisa ser feita, e a minha voz não será silenciada pelo medo ou pela corrupção.
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