Autêntica, Qualificada e para Muitos, "Intragável".
Autêntica, Qualificada e para Muitos, "Intragável".
É fascinante observar como o julgamento alheio funciona. Enquanto alguns perdem tempo fantasiando que eu "não faço nada" só porque estou dentro da minha casa, eu sigo acumulando o que ninguém pode me tirar: conhecimento, títulos e integridade.
Para os curiosos e críticos de plantão, deixo um aviso: vocês realmente nunca me verão na porta da rua jogando conversa fora, fazendo fofoca, muito menos em bares ou em rodas de escarnecedores. Quando estou no meu refúgio, meu tempo é sagrado: estou pesquisando, adquirindo novos saberes, fomentando minhas redes sociais e buscando estratégias para evoluir como ser humano e profissional. O resultado disso não é sorte, é currículo.
Minha trajetória é blindada por fatos: sou Assistente Social, Técnica em Reabilitação de Dependência Química, Psicanalista Clínica, Especialista em Intervenção ABA aplicada ao Transtorno do Espectro Autista e Pós-graduada em Docência do Ensino Superior com foco em Psicopedagogia. Tudo isso está devidamente comprovado e documentado. Cada diploma desse é um "cala a boca" para quem tenta medir minha produtividade pela visão limitada da própria ignorância.
Eu não trabalho com "achismos", trabalho com competência. Se me exponho sem medo, é porque tenho provas, registros e testemunhas de tudo o que sou. Sobre a minha postura? Sou educada com quem merece e grossa com quem necessita. Minha educação vai ao nível do tratamento que recebo. Se quer respeito, ofereça-o. Caso contrário, eu retribuo na mesma medida. Aprendi a me posicionar e a me impor; não serei devorada por leões nem por aproveitadores. Podem até tentar, mas eu garanto que sairei arrancando um pedaço.
Sou autêntica e, para quem vive de hipocrisia, sou mesmo "intragável". Seguimos assim: eu com a minha consciência limpa e meu currículo inquestionável; vocês com a sua curiosidade e suas máscaras que sempre caem.
"A minha maneira de brincar é dizer a verdade. É a brincadeira mais engraçada do mundo." (George Bernard Shaw)
Ginildete Manaia
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